sábado, 4 de abril de 2026

RAR(E) Rádio ÁGUIA-REAL 2026: MARÇO 30 – ABRIL 05

 

 

2026 * RÚBRICAS SEMANAIS

 

MANHÃ

TARDE

NOITE

SEG

30 

 

 

 

TER

31 


 

 

 

QUA

01 

 

 

SOUNDTRACK

 Stefano Bollani “Marcel et Monsieur Pagnol”/Outros

OUVIR

QUI

02 

 

Jazz World

Sean Mason "Southern Suite" e "A Breath of Fresh Air"

ouvir

 

SEX

 03

 

AFRICAN FOLK

Jalimadi Kanuteh/Buba e Bantamba - “Gambia” 

OUVIR

 

SÁB

 04

 

 

LIVE

 Daft Punk “Alive 2007”

OUVIR

DOM

 05

 

 

 


Soundtrack:

1. “Refletindo o tom poético e nostálgico da narrativa, a abordagem é lírica e jazzística, sugerindo uma música muito ligada à memória, lugar e passagem do tempo”.

2. “Gravação minimalista e atmosférica, com eletrónica muito subtil, sons limpos, percussão leve e melodias repetitivas; que acompanham o tom irónico e observacional do filme”.

3. “Atmosfera melancólica e elegante, arranjos orquestrais leves, com destaque para cordas e madeiras. Melodias que evocam juventude, memória e perda”.

                                                                        

Jazz World:

“Com um quinteto clássico de trio de piano com trompete e saxofone tenor, Mason revela-se um compositor de mão cheia nestes discos, com temas com muita energia e altamente cantabile, chegando mesmo a ser contagiantes”.

                                                                                    
African Folk:

1. “Combinando tradição mandinga e a voz rica, emotiva e imediatamente reconhecível; as faixas vão alternando entre baladas suaves, grooves dançáveis e hinos culturais”.

2. “As composições incorporam elementos folclóricos gambianos e vocais griot (contadores de histórias tradicionais); polirritmias complexas e call-and-response, remetendo para celebrações e rituais tradicionais”.

                                                                                
Live:

“A banda reconstruiu o catálogo inteiro, com versões fundidas e retrabalhadas. Esta abordagem fez de “Alive 2007” algo mais próximo de um “mixtape ao vivo”, do que de um concerto tradicional. Os mashups tornaram-se tão icónicos, que muitos fãs os consideram versões definitivas das músicas”.

                                                                                    

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