2026 * RÚBRICAS SEMANAIS
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SOUNDTRACK Ludwig Göransson “Star
Wars: The Mandalorian and Grogu”/Outros |
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Jazz World Mark Turner “Dharma
Days” e Kurt Rosenwinkel “The Next Step” |
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AFRICAN FOLK Tsar Leo “Blessings
Heal”/”Still and Always”; Tay Grin “Festive Vibes”/”Proudly African” |
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LIVE Rick Wakeman “Live
With Symphony Orchestra” |
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DOM |
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1. “A
sonoridade é agora menos sinfónica, mais híbrida e identitária; mantendo a
personalidade sonora da série. A música mantém os motivos tribais e eletrónicos
característicos, com uma orquestração mais ampla; com novos temas, variações
mais complexas e momentos de grande intensidade emocional”.
2. “Representa
a fusão da improvisação e espiritualidade da tradição Persa, com a eletrónica
experimental. A música é delicada, cósmica e emocionalmente intensa,
funcionando tanto como música de filme quanto como obra autónoma”.
3. “É
reconhecida pela combinação de melancolia, tensão e solenidade, em linha com o
ambiente de forte carga emocional do filme. Uma escrita lírica, com destaque
para cordas e tratamento coral/orquestral”.
“E, se
tivéssemos de escolher um disco seminal de cada, creio que essa escolha
recairia em "Dharma Days" (2001, Warner Bros), de Mark Turner, e
"The Next Step" (2001, Verve Records), de Kurt Rosenwinkel. Ambos os
discos são em quarteto, com adição de contrabaixo e bateria, no primeiro com
Reid Anderson e Nasheet Waits, e o segundo com a formação clássica deste grupo,
com Ben Street e Jeff Ballard. Cada um dos discos é composto apenas por
originais de cada um dos líderes, todas de alto nível, e foi a partir de ambos
que veio a inspiração para muito do jazz que se fez nos anos seguintes”.
1. “”Blessings
Heal” é um projeto mais cru, emocional e centrado num hip‑hop/R&B
introspetivo. E Tsar Leo ainda como uma voz emergente. Já “Still and Always” é mais polido, melódico e orientado ao R&B/soul
contemporâneo”.
2. ““Festive
Vibes” é afropop festiva, pensado para dança, celebração e energia de pista.
“Proudly African” é mais identitário e centrado no hip‑hop local. Do
entretenimento puro à afirmação
cultural; e à sua obra de maior peso artístico”.
“A combinação
de teclados, orquestra e coro dá-lhe uma escala sinfónica, embora continue a
ser rock progressivo. É menos “canção” e mais espetáculo sinfónico,
evidenciando as facetas rock e clássica do músico. Há ainda espaço para uma
versão “done in a very different way” (nas palavras do próprio Wakeman) de
“Help/Eleanor Rigby” (dos Beatles, sim)”.




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